Reads: Steps to Christ Chapter 11


versão em português abaixo As I was writing the discussion questions and wrap up post for our book (almost done!) I couldn't cut down the questions for Chapter 11. In fact, it sparked so many ideas that I figured it deserved its own post. So here it is. Chapter 11 The Privilege of Prayer: thoughts, questions, reflections. 
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Chapter 11 - The Privilege of Prayer: Such a beautiful and powerful chapter! I felt that I too often neglect this powerful tool God has given us. The first three paragraphs also made it clear that God does not want a one-sided relationship with us. It made me wonder how I can develop a true relationship with Him. One that's less about me and more about Him and I. Less about asking and receiving and more about praising Him for all His blessings and the beauty of His creation. That being said, it was also a very empowering chapter that made me think of how much of the potential He has given me has gone unused simply because I have not asked Him to help me fulfill it, to recognize it, or for the opportunities to flex that potential! All of this lead to the following questions and reflections...
Question 1: Jesus found "comfort and joy in communion with His Father" (pp. 94-95). Do I? Or is it a chore?
Question 2: If His promises are unlimited, what are my requests? "Do not fear to trust Him" {pp. 96-97}.
Question 3: What are the conditions He has placed on prayer requests? Is every prayer answered?
Question 4: Does my family have family prayer? Or are the prayers we pray as a family a version of the same prayer made in public or when others are present?
Question 5: Is prayer my first or last resort?
Question 6: "The relations between God and each soul are as distinct and full as though there were not another soul upon the earth to share His watch care, not another soul for whom He gave His beloved Son" {p. 100}. Am I making the most of this? Am I investing in Him Who invested all in me?
Question 7:  "God would not have His children, for whom so great salvation has been provided, act as if He were a hard, exacting taskmaster. He is their best friend; and when they worship Him, He expects to be with them, to bless and comfort them, filling their hearts with joy and love," {p 104}.  When I first read this paragraph, I thought 'Um, how could worship of Him not include Him? And then I thought of a party. Let's say a friend threw you a party. But it's completely the wrong type of party. Let's say your friend is a great diver and he/she throws you a pool party where the main game is diving off the diving board. But you don't know how to dive! In fact, you're not even a strong swimmer. The banner and invitations claim it was a party for you, but honestly, you get the feeling that it was more of an opportunity for your friend to have fun or even show off in front of your friends. You feel excluded, on the sidelines. Unwelcomed at your own event. Are we guilty of doing the same to God? Do we call it a praise event when in reality it's an opportunity to showcase our talents? Do we call it a mission trip, when in reality it's an opportunity to show our friends/employers/university how good we are? Do we ever make Him feel excluded, on the sidelines, unwelcome in His own home? This chapter made me think hard and ask myself: Does my worship include God? Does my church worship involve Him?
What about you? What questions and reflections did this chapter bring to you?  _____________________________________________________________
Quando eu estava preparando o post com as últimas perguntas de discussão e reflexões sobre o nosso livro (que estamos quase terminando!), não consegui reduzir o número de perguntas para o Capítulo 11. Na verdade, este capítulo me trouxe muitas idéias e eu achei que merecia seu próprio post. Então aqui está! Capítulo 11 - O privilégio de falar com Deus: Que capítulo bonito e poderoso! Me fez sentir que muitas vezes negligencio essa poderosa ferramenta que Deus nos deu. Os três primeiros parágrafos também deixaram claro que Deus quer um relacionamento comigo que é menos sobre mim e mais sobre eu e Ele. Menos sobre pedir e receber e mais sobre louvá-Lo por todas as Suas bênçãos e a beleza de Sua criação. Dito isto, também foi um capítulo muito empolgante que me fez pensar quanto do potencial que Deus me deu não esta sendo usado simplesmente porque eu não pedi que Ele me ajudasse a reconhecê-lo ou por oportunidades para experimentar esse potencial! Tudo isso levou às seguintes questões e reflexões...
Pergunta 1: Jesus "encontrava conforto e alegria na comunhão com o Pai." (p. 94). E eu? Posso dizer o mesmo? Ou é simplesmente uma tarefa?
Pergunta 2: Se Suas promessas são ilimitadas, quais são meus pedidos? "Não receeis, pois, confiar nEle," (pp. 96-97).
Pergunta 3: Quais são as condições que Ele colocou em pedidos de oração? Todas as orações são respondidas?
Pergunta 4: A minha família tem oração familiar? Ou são as orações que oramos como família uma versão da mesma oração feita em público ou quando temos visitas em casa?
Pergunta 5: A oração é meu primeiro ou último recurso?
Pergunta 6: "As relações entre Deus e cada pessoa são tão particulares e íntimas, como se não existisse nenhuma outra por quem Ele houvesse dado Seu bem-amado Filho," (p. 100}. Estou aproveitando ao máximo isso? Estou investindo nEle que investiu tudo em mim?
Pergunta 7: "Deus não quer que Seus filhos, para quem preparou uma tão grande salvação, procedam como se Ele fosse um duro e exigente feitor. E seu melhor amigo, e espera que, quando O adorem, possa estar com eles, para os abençoar e confortar, enchendo-lhes o coração de alegria e amor "(p. 104). Quando eu li este parágrafo pela primeira vez, pensei "Ué, como poderia ter adoração dEle e não O incluir? E então pensei em uma festa. Digamos que um amigo fez uma festa em sua homenagem, porém a festa é completamente diferente de você . Seu amigo é um excelente mergulhador e a festa é uma festa de piscina. A principal atração na festa é mergulhar do mais alto ponto. Mas você não sabe como mergulhar! Na verdade, você nem sabe nadar direito. A bandeira e os convites afirmam que foi uma festa para você, mas logo você tem a sensação de que foi mais uma oportunidade para seu amigo se divertir ou mesmo se amostrar na frente de seus amigos. Você se sente excluído, não bem-vindo em seu próprio evento. Será que somos culpados de fazer o mesmo com Deus? Será que chamamos o evento de louvor quando, na realidade, é uma oportunidade para mostrar nossos talentos? Será que chamamos de missão, quando, na realidade, é uma oportunidade para mostrar aos nossos amigos/chefes/escola o quão bom somos? Sera que nós O fazemos sentir excluído e não bem-vindo na própria casa? Este capítulo me fez pensar muito e me perguntar: minha adoração inclui Deus? O culto da minha igreja O envolve?
E você? Quais as perguntas e reflexões que este capítulo trouxe para você?

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